segunda-feira, 18 de agosto de 2014

5 DICAS PARA NÃO FALHAR NA TRANSA

Na correria do dia a dia, o rala-e-rola acaba caindo na mesmice. Confira o que você pode fazer para incrementar a relação e turbinar o tesão entre quatro paredes



Não dá para negar que, depois de algum tempo de relacionamento, é complicado fugir daquele sexo “feijão com arroz.” E é justamente pela falta de ideias que a relação acaba caindo naquela rotina que, mais cedo ou mais tarde, pode vir a se transformar em crise.
A sexóloga Regina Cabreto (SP) explica que isso normalmente ocorre porque as atribuições do dia a dia acabam fazendo com que os momentos a dois sejam deixados de lado. “Com tantas tarefas e preocupações, o rala-e-rola fica por último na lista de prioridades. Ele pode até virar uma válvula de escape, mas acabará sendo algo mecânico, combinado, feito meio que por obrigação”, ressalta. A boa notícia é que não é preciso de muito para inovar na cama e acender novamente a chama do tesão.
Uma conversa, um striptease, ou até um jantar diferente podem criar o clima perfeito para que a transa seja incrível como no ínicio do namoro. Veja o que mais você pode fazer para esquentar o clima entre quatro paredes e ganhar muitos pontos com o parceiro!
1) Surpreenda - Sempre tem aquele dia que, milagrosamente, você consegue chegar em casa um pouquinho mais cedo que de costume. Então, que tal aproveitar para surpreender o bonitão com um jantar sensual? Aposte em comidas afrodisíacas – com bastante pimenta e canela –, invista em um vestido bem sexy e não use calcinha. Quando o gato chegar, ficará maravilhado com tudo o que foi preparado para ele.
2) Capriche nas preliminares - Regina Cabreto explica que abusar da sensualidade
não é simplesmente vestir a cinta-liga e partir para o ataque. “Ser sensual é saber usar o toque, o olhar e o charme a seu favor e, principalmente, perceber o que faz seu parceiro lhe achar uma mulher provocante”, afirma. É claro que uma lingerie sensual conta pontos, mas se rolar um clima especial em um dia comum, em que vocês não planejaram nada, explore mais essa oportunidade: toque o fofo em lugares diferentes e peça para que ele explore mais seu corpo... Vocês não vão se arrepender!
3) Experimente mais! É claro que nem todo mundo se sente confortável para realizar certas fantasias – e não há nada de mal nisso. Mas algumas novidades são sempre
bem-vindas na hora da transa. Fugir da cama e fazer sexo em algum lugar inusitado, testar um vibrador com o parceiro e fazer tudo o que sua mente permitir criar, vale a pena. “A adrenalina de tentar algo novo e provocador pode fazer a pegação ficar ainda mais excitante”, explica Renata Vieira (SP), psicóloga de casais.
4) Não deixe de transar por falta de tempo - A rotina é apertada: o trabalho, os afazeres de casa, os filhos... Às vezes, mal sobra tempo para se cuidar. Mas não é por isso que dá pra desperdiçar uns 15 minutinhos, quando o gato vem, cheio de tesão, querendo algo a mais. Uma rapidinha, além de ser uma delícia, pode dar um gás novo na relação. Aproveite o tempo gasto no banho e convide-o para participar!
5) Converse bastante - A sabedoria popular ensina que um bom diálogo é a melhor
forma para se resolver qualquer problema. E quando o assunto é sexo, não poderia ser diferente. Se a relação não vai bem, de nada adianta fingir que está tudo ok. Afinal, o parceiro não tem uma bola de cristal para decifrar o que se passa pela sua
cabeça. Portanto, bata um papo aberto com ele sobre o que precisa ser melhorado. Assim, vocês têm grandes chances de acertar o que está errado.

SERÁ QUE A PORNOGRAFIA REALMENTE FAZ MAL?

Debate sobre a relação entre pornografia e comportamento violento é reaceso nos Estados Unidos.


A influência da pornografia em nossas vidas é um tema polêmico que voltou a ganhar destaque com um dos candidatos à presidência dos Estados Unidos — o republicano Rick Santorum. Ele mencionou estudos experimentais que afirmam que a exposição à pornografia pode causar mudanças cerebrais profundas, atingindo adultos e crianças, chegando inclusive a induzir a violência contra mulheres.
Entretanto, Paul Wright, que estuda a influência do sexo na mídia, veio a público para dizer que não existem evidências de que essas mudanças realmente ocorram, embora o tema ainda seja motivo de muita discussão. Wright afirma que os estudos sobre a pornografia devem ser observados como um todo, pois é muito fácil mencionar uma pesquisa ou outra que defenda um dos lados desta disputa.

Resultados para todos os gostos

A maioria das pesquisas sobre o tema é experimental e está focada em estudantes universitários. Além disso, os próprios estudos, quando analisados individualmente, parecem apresentar resultados mistos. Enquanto alguns deles demonstram que os jovens expostos à pornografia apresentam um comportamento violento, outros tantos não conseguem apresentar nenhuma evidência disso.
Então, para entender os resultados de todos esses experimentos como se fossem um só, os psicólogos decidiram realizar uma meta-análise dos dados, ou seja, fizeram um estudo para avaliar os resultados de diversas pesquisas sobre um mesmo tema.

Esclarecendo algumas questões

A maneira como os experimentos são conduzidos também pode influenciar os resultados da pesquisa. Além disso, será que esses testes realmente podem ser aplicados na vida real?
Infelizmente, é impossível realizar experimentos controlados sobre pornografia na vida real, mas uma maneira de avaliar os índices de violência sexual é observar o que acontece em países que têm a pornografia descriminalizada. E os pesquisadores descobriram que o nível de criminalidade nesses cenários costuma cair, o que sugere que o maior acesso à pornografia pode funcionar como uma espécie de válvula de escape para homens com tendências violentas.
Na contramão dessa análise, há quem sugira que a descriminalização da pornografia também pode afetar o comportamento das mulheres, exercendo influências sociais que as levam a aceitar atos de violência e a não denunciar as agressões.

Pornografia e violência

Contudo, se os estudos realizados em laboratório estão corretos e os homens realmente se tornam mais violentos quando expostos à pornografia, ainda assim o efeito apenas varia de leve a moderado. Alguns estudos inclusive sugerem que apenas os homens com algumas tendências específicas — narcisismo, hostilidade contra mulheres, comportamento controlador e autoritário etc. — se tornam mais agressivos.
Além disso, muitos indivíduos que fizeram parte dos estudos também afirmaram que a pornografia não exercia nenhum tipo de influência negativa sobre eles. Inclusive, eles acreditavam que o acesso a esse tipo de material podia ser vantajoso e benéfico para suas vidas sexuais.

Reflexo cultural

O comportamento agressivo com relação às mulheres — principal foco dos experimentos sobre os efeitos da pornografia — parece, na verdade, também ser um reflexo da cultura.
Os pesquisadores compararam as poses que as mulheres adotavam em fotos expostas em sites pornográficos, revistas e portfólios de atrizes pornô da Noruega, Estados Unidos e Japão. Esses países aparecem em diferentes posições — 1ª, 15ª e 54ª, respectivamente — em uma escala da ONU que mede o grau de poder que as mulheres exercem nesses locais.
Ao analisar as poses nas quais as mulheres eram retratadas como poderosas ou submissas, os pesquisadores descobriram que as imagens não apareciam na mesma proporção nos três países. A Noruega somou a maior proporção de fotos com mulheres em posições de poder ou confiança, seguida pelos Estados Unidos. Isso denota um claro reflexo do lugar que as mulheres ocupam nessas sociedades, além de mostrar o que seria considerado sexy ou não nesses países.
O que realmente podemos afirmar sem sombra de dúvidas é que existem muitos fatores que podem induzir um comportamento violento, e talvez seja demais culpar apenas a pornografia por todos os problemas.

terça-feira, 12 de agosto de 2014

DESCUBRA O QUE FAZ UM HOMEM BROXAR

O fato de o cara “não comparecer” na hora H pode ocorrer por diversos motivos e, na maioria das vezes, não tem nada a ver com você mulher. Descubra por que isso acontece e aprenda a lidar com essa situação literalmente broxante



Apesar de a maioria dos homens (e muitas mulheres!) acharem que macho mesmo é aquele cara que nunca broxa, esse transtorno é bastante comum quando o assunto é sexo e pode acontecer com qualquer um.
Afinal, ereção é muito mais do que vontade de transar, já que envolve uma série de fatores emocionais e físicos. Para o urologista do Hospital São Luiz, Luiz Guidoni (SP), até os 45 anos, a principal origem do problema é psicológica.
“Antes mesmo do ato sexual, eles ficam receosos com a possibilidade de falhar. Na prática, o nervosismo faz com que os vasos sanguíneos se contraiam, diminuindo o fluxo de sangue, e consequentemente, comprometendo a ereção”, explica. Além disso, grande parte das mulheres não está preparada para esse tipo de falha sexual e acaba condenando o parceiro por isso.
“Nunca veremos um filme em que o mocinho da história broxa. A sociedade alimenta uma imagem fantasiosa do sujeito perfeito, no entanto, é preciso ter a consciência de que esse cara não existe”, garante o urologista e membro da sociedade brasileira de Urologia, Francisco Coutinho (SP). Nesse sentido, algumas atitudes femininas podem tornar esse momento tão delicado ainda mais constrangedor. Portanto, fique atenta às dicas a seguir para não vacilar com o gato.
Não se culpe
Entenda de uma vez por todas: se ele falha na hora do rala-e-rola, a culpa não é sua – nem do seu corpo, nem do seu cabelo... Se o cara estiver muito cansado ou bêbado, há grandes chances de ele broxar, independentemente do esforço que você faça.
Sem comparações
Todo mundo tem um passado e este não é o melhor momento para resolver desenterrálo. Portanto, nada de ficar comparando o bonitão com outras pessoas. Frases como “nunca broxaram comigo antes” são terminantemente proibidas, afinal, não é dessa forma que você pretende elevar a autoestima do parceiro para recomeçar as brincadeiras mais tarde, certo?
O que fazer, então?
Nessas horas, a intimidade é determinante para que vocês consigam passar por essa situação. “Abra uma cerveja ou convide-o para um banho a dois. Se for um cara mais confiante, meia hora pode ser o suficiente para ele estar pronto para uma
nova tentativa”, diz Guidoni. Outra dica é esperar alguns minutos e voltar às preliminares. Capriche no sexo oral e na masturbação. “Durante o ato, abuse da sensualidade e provoque-o com lambidinhas e mordidas”, ensina Francisco. Mas não force a barra! Se perceber que "ele" não levanta de jeito nenhum, desencane. Caso contrário, além de o cara se sentir pressionado, você também ficará mal por não conseguir o que queria.
Não faça barraco
Outra atitude bastante comum é ficar brava e reclamar. Saiba que, agindo dessa maneira, você estará dando adeus a qualquer possibilidade de o “menino” ficar “em pé” novamente, além de trazer à tona um climão desnecessário.

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

“28 POSIÇOES SEXUAIS PARA LÉSBICAS" OU A QUASE EMANCIPAÇÃO SEXUAL FEMININA NAS CAPAS DE REISTA

Publicação da revista “Cosmopolitan” gera repercussão ao explorar uma área pouco comum no mercado editorial feminino, o prazer sexual de mulheres que não gostam apenas de homens


A “Cosmopolitan” é uma revista feminina publicada no mundo inteiro – aqui no Brasil com o título de “NOVA” – que acaba de lançar um guia ilustrado chamado “28 Posições Incríveis para o Sexo Lésbico”. Para muitas pessoas, mais do que uma notícia que vai habitar por algum tempo o seu feed de notícias, isso é um passo importantíssimo.
A revista, voltada ao público feminino, costuma prestar boas contribuições à emancipação financeira e profissional das mulheres, mas, segundo parte de suas leitoras, não avança muito quando o assunto é o sexo. Apesar de passar por temas como orgasmo e múltiplos parceiros – e a “NOVA” é, dentre as revistas mais populares, a que faz isso com mais frequência –, no geral a publicação se atêm ao padrão de que a mulher feliz é a que agrada ao seu parceiro – um homem.
Mas a ação da “Cosmopolitan” tem sido encarada como um novo caminho ao trazer para o plano principal uma mulher que costuma ser evitada por publicações que tratam sobre o comportamento das mulheres – a que não gosta apenas de homens
Será que a “NOVA” publica o guia por aqui? CLIQUE AQUI E VEJA O GUIA COMPLETO