segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Fotógrafa captura bonecas infláveis como se fossem mulheres reais

Recentemente, publicamos aqui um ensaio fotográfico com homens ao lado de suas bonecas de silicone. Agora, para tirar o estigma dessas pessoas, a fotógrafa norte-americana Stacy Leigh criou uma série de imagens na qual captura bonecas infláveis como se fossem mulheres reais.
O projeto, chamado Average Americans, foi realizado com o intuito de provar que qualquer um pode ter fantasias com bonecas, seja por escolha ou por necessidade. Nas imagens, as bonecas aparecem usando maquiagem e posam com um realismo surpreendente.
Em entrevista ao Daily Mail, Stacy diz que o ensaio foi feito para refletir sobre relacionamentos e sexualidade. A própria fotógrafa tem 12 bonecas para usar em seus trabalhos e conta que coleciona algumas menores desde criança.
Quando o cliente compra uma das bonecas, pode escolher como customizá-la, como a cor do cabelo, dos olhos ou da pele, e até mesmo o formato ou estilo da vagina. Os modelos custam em média 4 mil libras (cerca de R$ 16 mil).
















O segredo do "Viagra feminino" pode estar no cérebro das mulheres

Estudos apontam que a falta de libido pode ser o resultado do tédio e dos relacionamentos monogâmicos.



Se você leu o título acima e ficou se perguntando o que é que um medicamento utilizado para tratar disfunções sexuais masculinas tem a ver com as mulheres, saiba que a questão é muito mais complexa do que isso. Existem inúmeras drogas em teste, desenvolvidas para solucionar problemas relacionados com a libido feminina, mas o que os pesquisadores vêm descobrindo é que o próprio cérebro delas pode guardar a fórmula mágica para essa questão.
De acordo com um interessante artigo publicado pelo The New York Times, conforme as mulheres vão envelhecendo, o desejo sexual vai diminuindo muito mais rapidamente do que acontece com os homens, tanto que alguns estudos sugerem que entre 10 e 15% das mulheres sofre de frigidez, o que pode ser devastador para os relacionamentos.

Condicionamento cultural

Isso ocorre porque, biológica e culturalmente falando, as mulheres deixam de sentir interesse pelo sexo uma vez que os seus organismos não precisam mais se preparar para conceber filhos. Assim, acabou se consolidando de que a ideia de que, ao contrário dos homens, que estão programados para produzir “sementinhas” e semear a vida enquanto seja possível, as mulheres nascem com um número determinada de óvulos, e uma vez eles terminem, já era.
E já que estamos abordando o aspecto cultural da questão, não podemos deixar de mencionar a noção de que as mulheres são criaturas que se apegam aos seus parceiros e que tudo o que elas mais querem é passar o resto de suas vidas com eles em uma relação monogâmica, — mais uma vez — ao contrário dos homens, que não foram programados para serem totalmente fiéis.

Monogamia e tédio

 

Contudo, vários pesquisadores argumentam que, apesar da relação entre perda de desejo e envelhecimento ser encarada como um processo biológico natural, estudos apontaram que, muitas vezes, o problema é provocado pelo tédio. E mais: algumas pesquisas inclusive sugerem que as mulheres, assim como os homens, não foram programadas para serem fiéis, e que o sexo casual e relacionamentos não monogâmicos podem ser a solução para a frigidez.
O problema é que mulheres heterossexuais são condicionadas a acreditar que o segredo para a felicidade é encontrar um único parceiro para toda a vida — independente de que o relacionamento seja bom ou não —, e essa expectativa acaba por magoar a ambos, homens e mulheres. Além disso, as mulheres são condicionadas a não terem controle sobre sua sexualidade e a não explorá-la.

Pílula mágica?


Então, seria o fim dos relacionamentos monogâmicos o novo Viagra feminino? Não necessariamente, já que o que muitas mulheres ainda preferem é ter um único parceiro. E é justamente por essa razão que, embora inúmeros cientistas estejam trabalhando no desenvolvimento de medicamentos mágicos que contornem o tédio e a falta de desejo feminino, a resposta talvez esteja em uma mudança de paradigmas.
Existem medicamentos sendo testados atualmente — como o “Lybrido” —, mas eles ainda não apresentaram índices de sucesso mensuráveis. Entretanto, a questão parece estar muito mais relacionada com o condicionamento psicológico do que com um problema biológico. Segundo os cientistas, os homens recebem desde pequenos mensagens de que suas masculinidades são definidas pelo sexo e pelo poder.
Além disso, os meninos também são encorajados a pensar em sexo o tempo todo, o que acaba por fortalecer conexões neurais associadas ao desejo. Já as mulheres, de forma geral, recebem mensagens diferentes e não necessariamente positivas, que as levam a pensar menos sobre o sexo. O efeito nelas, como você já deve ter deduzido, é o contrário, resultando em conexões neurais muito mais fracas e menos consolidadas.

Reprogramação mental


Portanto, embora o desenvolvimento de medicamentos seja importante e muito útil — não há dúvidas sobre isso —, quanto mais robustas forem as conexões neurais relacionadas com o desejo sexual, maior será a probabilidade de que a libido não desapareça e que o interesse continue presente mesmo com o passar do tempo.
Em outras palavras, mais do que pílulas mágicas ou novas drogas, talvez uma nova forma de pensar sobre o sexo, sobre os relacionamentos e sobre o que realmente faz cada um mais feliz seja a melhor terapia para manter a libido em dia.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

TRANSAR NO PRIMEIRO ENCONTRO É CERTO OU ERRADO?

Essa é a pergunta que pergunta que não quer cala. Descubra, agora, e aprenda como lidar com essa questão sem neuras. E mais: veja o que eles pensam sobre o assunto


da pra liberar?
Você conhece o cara na balada, os amassos estão daquele jeito quando, em dado momento ele sugere que vocês continuem a pegação num lugar mais reservado... ou então, aquele vizinho super gato para com o lero-lero e finalmente lhe convida para sair. Em ambas as situações, as chances de a noite terminar em sexo são relativamente grandes – e é de praxe que a maioria das mulheres sinta-se tentada, porém, receosa, a ceder aos encantos masculinosNeuras como “o que ele vai pensar de mim?” e “ele não me levará a sério” estão entre as encanações mais comuns, que têm origem, entre outros fatores, na forma como a própria mulher encara o assunto. De acordo com uma pesquisa feita pelo site de relacionamentos Badoo, apenas falar sobre sexo no primeiro encontro já é considerado um tabu por 29,2% das entrevistadas – dado que reafirma a insegurança das mulheres em relação à imagem que irão passar aos rapazes. Mas afinal, transar na primeira vez queima o nosso filme? 


O QUE ELES PENSAM

Com base em uma pequena pesquisa, tudo depende das circunstâncias desse encontro. “Se a mulher já se entrega logo na primeira noite, sem nem me conhecer direito, com certeza não darei o mesmo valor, pois, provavelmente, essa é uma atitude recorrente”, outro afirma que, quando os dois já se conhecem, rola mais intimidade e, consequentemente, não há porque julgara atitude feminina de fazer sexo no primeiro encontro oficial. “Se ela está com tanta vontade quanto eu e rola a tal química, não vejo por que não acontecer”, declara. Embora alguns pensam como o segundo entrevistado, a maioria respondeu como o primeiro. Ou seja, apesar da liberdade sexual na qual estamos inseridas social e culturalmente, o pensamento machista e antiquado de que “a mulher que transa no primeiro encontro não dá pra levara sério” ainda impera na cabeça de muitos caras. “Homens baseados em conceitos mais antigos e tradicionais ou que tiveram uma educação na qual a figura feminina foi banalizada tendem a menosprezar a mulher que se deita com eles na primeira noite, como se ela não tivesse o mesmo direito que ele tem para escolher se deseja fazer sexo ou não”, explica Carla Cecarello, sexóloga e coordenadora do projeto Ambulatório de Sexualidade (SP).

TRANSAR OU NÃO, EIS A QUESTÃO...

A resposta depende muito do cara com quem você sai e da forma como ele encara as coisas. “A mulher pode ter uma postura cordial e mais reservada e, ainda assim, ser julgada pelo sujeito justamente por isso, como se estivesse fazendo charme”, frisa Carla.Portanto, por via das dúvidas, não crie projeções sobre o que ele irá pensar de você caso role algo a mais. Se o papo flui bem, vocês têm coisas em comum, se divertem juntos e rola uma sintonia bacana, o sexo é apenas uma consequência.“E outra: se a mulher está com vontade, por que não fazer?”, sugere a especialista. “Aconselhar as mulheres a não transarem no primeiro encontro só perpetua o conceito machista que envolve o tema. Por isso, sugiro que ela faça aquilo o que tiver vontade, sempre”, complementa. Se ele sumir após o encontro, então agradeça: é sinal de que se livrou de um grande babaca.

SEM REMORSOS!

Caso o sexo role no primeiro encontro, você não deve culparse e muito menos demonstrar-se arrependida na frente do rapaz. “Ele pode encarar isso como imaturidade e ficar extremamente incomodado e impaciente”, afirma Carla. Por isso, mantenha uma postura madura e mostre-se bem resolvida quanto ao assunto. No entanto, a especialista garante que se as intenções dele não ultrapassarem aquela noite, pouco importa a sua atitude. “Homens assim só querem mesmo curtir e não se preocupam nem um pouco em como a mulher se sente durante e após a relação sexual”, finaliza a sexóloga.

Fotógrafa retrata homens que vivem ao lado de bonecas de silicone

Em seu novo trabalho, a fotógrafa dinamarquesa Benita Marcussen resolveu retratar homens com um estilo de vida bastante inusitado, que vivem ao lado de bonecas de silicone. A série, intitulada “Men & Dolls” (“Homens e Bonecas”), atualmente está em exposição na Dinamarca.
Benita conheceu os homens através de fóruns na internet. Para alguns, as bonecas são suas únicas companhias, mas ainda há aqueles que são casados e têm filhos. No entanto, em muitos casos, as bonecas substituem uma mulher de verdade em suas vidas.
Mesmo que o trabalho seja composto principalmente por homens, também há algumas mulheres que compram as bonecas em busca de amizades sinceras. Essas bonecas quase reais custam cerca de mil libras (R$ 4 mil) e podem ser feitas sob encomenda, com características escolhidas pelo próprio cliente.